Posso falar-te do tempo que virá,
Que tu vais esperar.
Posso contar-te mentiras e verdades,
Que tu vais acreditar.
Posso falar-te das coisas boas e más,
Que tu vais rir e chorar.
Mas não posso falar-te
Da vastidão que vai dentro de mim,
Porque nunca entenderás,
Que o mundo é demasiado pequeno,
Para mim.’
(Retirado do livro ‘A incompreensível dor de mim’, de Rodrigo Vieira dos Santos)
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